Como foi ser jurado do 1º Hackathon LIODS CNJ

Participar de um hackathon é uma experiência única. Seja na condição de participante, seja na condição de jurado, os aprendizados são inúmeros. A sensação, em suma, é de ter dado saltos exponenciais na incansável jornada do conhecimento. Neste texto vou relatar brevemente como foi ser jurado no recente 1º Hackathon LIODS CNJ.

Em 2020, como participante, experimentei um final de semana intenso, criativo e transformador no Global Legal Hackathon. O evento, que reuniu milhares de participantes em todo o mundo, foi uma aula de negócios, inovação, comunicação e empreendedorismo que permanecerá em minhas lembranças. Relatei toda a experiência em texto.

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O que aprendi participando do Global Legal Hackathon 2020

Como foi ser jurado no hackathon

Em 2021, como jurado, tive a satisfação de acompanhar o 1º Hackathon LIODS/CNJ, um evento online que trouxe como desafios os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 13 e 15, da Organização das Nações Unidas (ONU). O Judiciário Exponencial, conduzido pelo meu amigo Ademir Picolli, foi um dos organizadores do hackathon.

Acompanhar “os dois lados da bancada”, como participante e como jurado, me permitiu ter uma visão mais ampla sobre o funcionamento de um hackathon. Como participante, em suma, há inúmeras preocupações em mente, como formar a equipe, pensar no problema a ser solucionado, desenhar o Minimum Viable Product (MVP) e preparar o pitch.

Como jurado, em síntese, há todo um cuidado em avaliar as equipes adequadamente, sem pré-juízos, para atribuir uma nota ao final. Tive a cautelar de analisar atentamente os pitchs, os problemas, as soluções e materiais enviados pelas equipes antes da votação. A tarefa, aliás, exigiu dedicação, para ser o mais justo possível durante a atribuição das notas.

Assistindo aos pitchs, como jurado, recordei da minha participação no Global Legal Hackathon. Pude perceber em algumas apresentações o zelo daquelas equipes, que não mediram esforços para desenvolver a melhor solução aos problemas identificados. Alguns dos MVPs apresentados têm, aliás, imenso poder de auxiliar o Poder Judiciário.

Encerramento de um ciclo de aprendizagem

Durante o evento de 2020, lembro de ter desejado ser jurado em algum momento no futuro, para enxergar um hackathon sob outra perspectiva. Mal imaginava, aliás, que em poucos meses já teria o privilégio de experimentar o evento como jurado, a convite de Ademir Picolli. A sensação, enfim, é a de encerrar um ciclo importante de aprendizagem.

Apresentando os vencedores do hackathon, com Luciana Ortiz e Ademir Picolli

E, para fechar com chave de ouro, fui convidado, entre os jurados, para anunciar os vencedores do hackathon durante o III Encontro Ibero-Americano da Agenda 2030 do Poder Judiciário. Com Luciana Ortiz e Ademir Picolli, divulguei as avaliações finais e as equipes mais exitosas. Gratidão é palavra que define todas essas experiências.


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Bernardo de Azevedo

Advogado, empreendedor, professor e pesquisador de novas tecnologias. Acredita no poder da informação como forma de incentivar as pessoas a promover mudanças.

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