Conheça iNOVATCHÊ, o laboratório de inovação da Justiça Federal do RS

A Justiça Federal do Rio Grande do Sul já conta com seu próprio laboratório de inovação! Fundado em abril de 2019, o iNOVATCHÊ nasceu para ajudar a resolver os desafios da Seção Judiciária do Estado gaúcho de forma mais rápida, efetiva e diversa do tradicional. A iniciativa tem a diversidade e o foco no ser humano como duas importantes premissas.

Propósito

Em síntese, o iNOVATCHÊ tem como propósito ser um agente de transformação institucional e social, por meio da cocriação e experimentação de soluções criativas, com foco no ser humano. O laboratório acredita na construção colaborativa como forma de entender profundamente os problemas e, desse modo, propor soluções mais efetivas.

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O laboratório pretende ser, em suma, um agente de transformação

Equipe do iNOVATCHÊ

Coordenada pela juíza federal Daniela Tocchetto Cavalheiro, a equipe do laboratório é composta por 11 pessoas. São elas: Ana Paula Pires; Carlos Eduardo Antunes de Lima; Fabiana Leivas; Isabella Maraschin Coutinho Severo; Juliana Goulart; Marisa Kroth Jornada; Mateus Paulo Beck; Niriane Neuman, Taís Chaves, Tassiara Kich e Vitor Martins Dutra.

Todos os laboratoristas – como se denominam – são capacitados em design thinking e metodologia ágeis, tais como Kanban, Scrum, dentre outras. Não há, aliás, contrapartida financeira para atuar no iNOVATCHÊ. Só para ilustrar: todos os membros são voluntários e realizam as atividades do laboratório em paralelo com o serviço das varas federais.

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Os 12 membros da equipe do iNOVATCHÊ

Ambiente do iNOVATCHÊ

Atualmente, o iNOVATCHÊ está instalado no 9º andar do prédio sede da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. O ambiente é composto de três espaços (Espaço Tri, Espaço Sul e Espaço Inovação), que se destinam a estimular o pensamento criativo. Em síntese, o local é equipado com TVs, projetores, bancadas, balanços e mesas com superfície escrevível.

O ambiente, em síntese, é composto de três espaços

Projetos

O laboratório está desenvolvendo uma série de projetos, dentre os quais se destacam o Voronoy-Delaunay e a Cuia Solidária. O primeiro surgiu no contexto da pandemia, para auxiliar pessoas que estão passando por dificuldades em meio à crise. O projeto, em suma, está alinhado a sete dos 17 objetivos do desenvolvimento sustentável da Agenda 2030 da ONU:

Também idealizado durante a pandemia, a Cuida Solidária é um projeto de captação de recursos via plataformas digitais, que busca reconectar as pessoas por meio da solidariedade. O objetivo, aliás, é ajudar, por meio de doações, idosos, crianças com deficiência, pessoas em situação de rua, indígenas e imigrantes que carecem de necessidades básicas:

Enfim, clique AQUI para saber mais sobre o iNOVATCHÊ.


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Bernardo de Azevedo

Advogado, empreendedor, professor e pesquisador de novas tecnologias. Acredita no poder da informação como forma de incentivar as pessoas a promover mudanças.

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