VisuLaw retoma suas atividades de pesquisa nesta semana

O VisuLaw, o primeiro grupo de pesquisa em Visual Law do Brasil, está retomando suas atividades nesta semana. Coordenado por mim, o grupo acaba de publicar seu relatório final de pesquisa, intitulado Elementos visuais em petições na visão da magistratura federal. O material abrange, em síntese, respostas de 147 magistrados e magistradas federais.

Como forma de prosseguir o levantamento, o VisuLaw está aceitando novos integrantes a partir de hoje (27). Neste ano o foco da pesquisa será a visão da magistratura estadual em relação a elementos visuais em petições. Os pesquisadores conduzirão, em primeiro lugar, a etapa quantitativa, para, a partir do segundo semestre, avançar à fase qualitativa.

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O que os juízes pensam sobre elementos visuais em petições?

Como vão funcionar as atividades do VisuLaw

O VisuLaw será ampliado em 2021. Mais do que um grupo de pesquisa, será também um grupo de estudos e um espaço de troca. Três grupos de WhatsApp foram criados para organizar as atividades. O primeiro (pesquisa) demanda o preenchimento de um formulário de interesse, a ser avaliado, enquanto nos demais (estudos e conteúdo) o ingresso é imediato:

VisuLaw 01

Grupo 1: pesquisa

Este grupo reunirá todos os interessados em participar ativamente da pesquisa com a magistratura estadual. Em síntese, é necessário preencher um formulário prévio e estar disposto a dedicar, no mínimo, 2 horas por semana à pesquisa. Todos os pesquisadores serão voluntários e não há contrapartida financeira envolvida na atividade.

Manifeste aqui seu interesse em integrar o grupo 1 (inscrições encerradas)

Grupo 2: estudos

Se você não tem interesse em participar da pesquisa com a magistratura estadual, mas deseja aprender mais sobre Legal Design e Visual Law, este é o espaço ideal. O grupo 2 tem como foco os estudos, debates, discussões e troca de experiências. Além disso, todos os meses teremos convidados, que ministrarão aulas e palestras aos integrantes do grupo.

Clique aqui para fazer parte do grupo 2 (inscrições encerradas)

Grupo 3: conteúdos

É comum que grupos de WhatsApp se transformem em espaços repletos de links, e que o aprendizado se perca num emaranhado de informações. Sendo assim, o grupo 3 se destina exclusivamente ao compartilhamento de links, materiais, conteúdos e modelos de documentos, bem como à divulgação de cursos e eventos sobre Legal Design e Visual Law.

Clique aqui para fazer parte do grupo 3 (inscrições encerradas)

Perguntas frequentes (FAQ)

1. Ainda não concluí o curso de Direito, posso fazer parte do grupo 1 (pesquisa)?

Sim. Na pesquisa realizada junto à magistratura federal, estudantes, advogados, designers e servidores públicos integraram o grupo. Recomenda-se, contudo, ter um mínimo de conhecimento de como funciona o Poder Judiciário. Isso porque a atividade envolve, em suma, contatar varas e gabinetes de juízes e desembargadores.

2. Posso participar dos três grupos (pesquisa, estudos e conteúdos) ao mesmo tempo?

Sim. É essencial, no entanto, que o participante observe as regras de cada grupo e, no grupo 1, se comprometa com a pesquisa.

3. As horas de dedicação à pesquisa são em dias e horários específicos?

Não. As atividades necessárias para a pesquisa são realizadas durante a semana, no dia e horário que melhor convier ao pesquisador. No entanto, é importante retornar aos coordenadores quanto às atividades realizadas dentro da meta estabelecida (X ligações feitas, Y e-mails enviados, etc.) e participar, sempre que possível, das reuniões virtuais.

4. Posso divulgar em redes sociais e outras mídias os resultados que estão sendo obtidos ao longo da pesquisa?

Não. Ao final da pesquisa será confeccionado e divulgado o relatório com os dados da pesquisa. Quando isso ocorrer, em suma, toda divulgação da pesquisa será bem-vinda. Até lá, os dados e informações coletados devem permanecer resguardados, salvo se a coordenação da pesquisa autorizar a divulgação de algum item.


Agradecimento à Priscila Gonzalez Cuozzo pela elaboração do FAQ.


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Bernardo de Azevedo

Advogado, empreendedor, professor e pesquisador de novas tecnologias. Acredita no poder da informação como forma de incentivar as pessoas a promover mudanças.

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